quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Endodontia- proservação

Acompanhamento de evolução pós-tratamento endodôntico:

Tratamento endodôntico, em uma única sessão, dos elementos 12 ( necro com lesão), 11 ( necro com lesão) e 21 ( bio), com instrumentação mecanizada e obturação termoplastificada.
Inicial

Final



Proservação um ano depois:

1 ano após

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Tratamento endodôntico do dente 37, em uma única sessão, com instrumentação mecanizada e obturação termoplastificada:
Inicial

Final

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

A saúde começa pela boca!

             


O organismo humano funciona como uma orquestra: cada órgão cumpre o papel de um instrumento. E, quando um desafina, o corpo todo pode ser afetado. Quando a saúde bucal não está em harmonia, as bactérias e os fungos naturais dessa região podem se proliferar e atingir outros órgãos.
Cuidar dos dentes não é apenas questão de estética, e sim de saúde. De acordo com a American Dental Association (ADA), problemas bucais, como doença crônica gengival (periodontite), podem acarretar inclusive males no coração e nos pulmões.
Diversas doenças sistêmicas – aquelas que eventualmente afetam todo o organismo – podem ter origem em infecções orais. “Um exemplo é a endocardite bacteriana, infecção grave das válvulas cardíacas ou das superfícies do coração, cuja bactéria que causa o problema pode ser proveniente de falta de cuidados com a higiene oral, como não escovar os dentes, e de doenças bucais existentes”.

Um caso sério

Entre os problemas bucais mais comuns na população brasileira está a gengivite, que, quando não tratada, pode evoluir para a periodontite. Conforme a Associação Brasileira de Odontologia, menos de 22% de adultos e 8% dos idosos têm as gengivas totalmente saudáveis.
As complicações surgem quando a placa bacteriana não é removida e, assim, inicia-se a inflamação da gengiva. Suas características mais conhecidas são a vermelhidão, inchaço e o sangramento.
Quando acumulada por um período maior, a placa começa a endurecer pela deposição de sais minerais da saliva e dá origem ao cálculo dental – o tártaro – o qual fica firmemente aderido ao dente. “A escovação já não é capaz de removê-lo e, se o cirurgião-dentista não atuar, inicia-se uma destruição progressiva e irreversível das estruturas que sustentam os dentes: osso alveolar e ligamento periodontal”, alerta a dra. Fernanda de Paula Eduardo, cirurgiã-dentista da unidade de Transplante de Medula Óssea do HIAE.
Assim, um simples problema bucal se transforma em um caso mais sério, a periodontite. Essa inflamação resulta em sangramento, sensibilidade, retração da gengiva, mau hálito, mobilidade e pode acabar com a perda dental. “O grande problema da doença periodontal é que, na maioria das vezes, se comporta de forma silenciosa e assintomática e, quando o paciente percebe, já existe um comprometimento severo da estrutura dentária”, afirma a dra. Letícia Bezinelli.

Cárie dentária

Os problemas bucais não param por aí. Segundo a Associação Brasileira de Odontologia, 60% das crianças têm cárie, muito comum nessa fase da vida. É uma doença infectocontagiosa, ou seja, transmissível. A cárie surge a partir de resíduos alimentares que permanecem em contato com os dentes e são utilizados pelas bactérias presentes na boca. Assim, surge a placa bacteriana e, a partir dessa interação, há produção de ácidos que podem destruir as estruturas dentais.
Se não for diagnosticado rapidamente, esse processo evolui e pode levar à morte da polpa – nervo responsável pela vitalidade do dente – e até à formação de um abscesso, coleção de pus com a presença de bactérias. “Nesses casos, a preocupação é grande, pois existe o risco de uma infecção local se disseminar para outras partes do organismo”.
Conforme a Associação Brasileira de Odontologia, menos de 22% de adultos e 8% dos idosos têm as gengivas totalmente saudáveis
Entre os motivos que levam ao problema estão sobretudo a má alimentação, o que inclui a alta ingestão de açúcar, e a falta de higiene. As orientações para evitar cáries na infância devem começar com as mães ainda gestantes, pois alguns fatores podem interferir no desenvolvimento dos dentes do bebê. Determinados antibióticos, como a tetraciclina,  administrados em gestantes ou lactantes podem causar descoloração ou manchas.

Outros problemas bucais

Apesar de a cárie e a doença periodontal serem os principais e mais comuns problemas bucais, existem outras complicações que merecem destaque e alerta. Entre elas:

Câncer bucal (Câncer de Boca)

Mais frequente no lábio inferior, é um tumor que pode afetar todas as estruturas da cavidade oral. A incidência é alta no Brasil, com mais de 10 mil novos casos por ano, levando ao óbito cerca de 3.500 pessoas. No início, surge uma ferida na boca que não provoca dor, mas não cicatriza. Os principais fatores de risco são:
  • idade superior a 40 anos
  • fumo de cachimbos e cigarros
  • consumo de álcool em excesso
  • má higiene bucal
  • uso de próteses dentárias mal-ajustadas
O diagnóstico precoce é fundamental para a cura. Se houver qualquer alteração de cor e volume na boca, é necessário procurar o CIRURGIÃO-DENTISTA

Herpes

Costuma aparecer depois de situações que provocam baixa resistência imunológica, como estresse. Na fase inicial, o paciente pode apresentar ardor, coceira e a região fica mais avermelhada. A partir daí aparecem as vesículas, fase considerada contagiosa. Nesse período, é necessário atenção para evitar o uso conjunto de talheres, copos, entre outros objetos.

Mau hálito

Ocorre por inadequada higiene bucal, gengivite, ingestão de determinados alimentos, como molhos picantes, tabaco, boca seca e doenças do estômago, fígado e rins. Pode ser mais evidente no período matutino, devido à menor produção de saliva durante a noite, o que contribui para a deterioração dos ácidos e de outras substâncias no interior da boca.

Aftas

São ferimentos na mucosa, de coloração branca e avermelhadas ao redor. Nao existe uma causa específica para seu aparecimento e podem ser consideradas uma alteração no sistema imunológico. Duram de uma a duas semanas.

Cuidados essenciais

Outro fator importante é que a saúde da boca é necessária para a pessoa desempenhar de forma adequada a mastigação e a deglutição. Além disso,  colabora com a aceitação social e melhora da autoestima, pois um sorriso harmônico significa não só saúde, mas também bem-estar.
Todos esses problemas podem ser tratados, porém os odontólogos alertam os pacientes sobre a importância da prevenção e de diagnósticos prematuros. Para tanto é preciso visitar periodicamente o DENTISTA. Outro conselho é alimentação saudável, com pouca ingestão de açúcares, esse é o primeiro passo para a saúde bucal. Há ainda outros fatores essenciais que devem ser levados em conta: higiene oral  correta, por meio de escovação dos dentes e da língua, uso de fio dental, para alcançar regiões que a escova não alcança, e uso de enxaguatório bucal.

Fonte: Site einstein.br

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Erosão ácida- O que é?

Você é o que você come. A ingestão de comida e bebida certa, assim como a forma de comer ou beber, é importante para sua saúde e de seus dentes. O consumo de alimentos demasiadamente ácidos pode levar ao desgaste do esmalte (a camada que recobre externamente os dentes) e expor a dentina, que está logo abaixo do esmalte. Um estudo multicêntrico mostrou que a erosão dentária está aumentando nos mundo inteiro.



O que é a erosão dentária?
O esmalte é a camada externa dos dentes. A erosão dentária ocorre quando o esmalte se desgasta ou reduz pela ação de ácidos. Há dois tipos de erosão dentária:

1. Erosão intrínseca — É causada por ácido gástrico ou regurgitação decorrente de problemas médicos ou psicológicos (por exemplo, refluxo ácido, anorexia, bulimia).

2. Erosão extrínseca – Ocorre quando os ácidos relacionados com a alimentação (por exemplo, consumo de açúcar, refrigerantes dietéticos, sucos de fruta, bebidas carbonatadas) contribuem para tornar a boca muito ácida.

Sinais da erosão dentária
Quando o esmalte do dente desgasta-se, vários problemas podem ocorrer:

-   Agravamento da erosão.
-   Descoloração dos dentes, com exposição da dentina é exposta. A dentina tem cor amarelada.
-   Sensibilidade dentinária, porque o esmalte desgastado expõe a dentina, que é mais porosa do que o esmalte, sendo mais sensível ao toque, ao ar, à força da mordida e à exposição ao ácido.
-   Pontas dos dentes frontais com aparência transparente.
-   Se notar mudanças como essas em sua boca, consulte seu dentista.

O que pode ser feito para melhorar seus dentes?
Ao consultar seu dentista, você pode discutir os próximos passos necessários para reduzir a erosão dentária:

-   Há quanto tempo você sofre de erosão dentária?
-   Determine a frequência da ingestão de ácidos e a forma em que são consumidos.
-   Consulte um nutricionista com o objetivo de avaliar sua dieta e reduzir a ingestão de ácidos.
-   Descubra se você sofre de refluxo gástrico, regurgitação ou distúrbios alimentares.
-   Identifique os dentes que precisam ser substituídos por restaurações estéticas e/ou próteses.

A erosão dentária afeta pessoas em todas as faixas etárias e parece estar relacionada com a hipersensibilidade dentinária. Os alimentos e bebidas ácidas devem ser eliminados porque causam a erosão dos dentes. Para aliviar a dor, pode-se usar um creme dental dessensibilizante com baixa abrasividade. Pode-se considerar a aplicação de selantes ou agentes adesivos para reduzir a progressão da erosão. A aplicação de flúor ajuda a aumentar a resistência dos dentes aos alimentos ácidos
Consulte seu dentista e discuta as opções para tratar a erosão dentária e quais as soluções estéticas disponíveis.

Fonte: Site Terra

domingo, 24 de agosto de 2014

Endodontia

Tratamento endodôntico do elemento 26 em sessão única com instrumentação mecanizada e obturação termoplastificada:
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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Cinco dicas disfarçam mau hálito causado por alho e cebola


Ingredientes como alho e cebola fazem toda a diferença na hora de preparar algumas refeições. O problema é que depois de comê-los o hálito fica bastante comprometido e esse cheiro é difícil de sumir. O cheiro forte desses dois alimentos parece impregnar porque suas substâncias odoríferas (de cheiro desagradável) são absorvidas pelo intestino, metabolizadas no fígado, liberadas na corrente sanguínea e excretadas pelos pulmões. 

Mas, para tentar disfarçar o mau hálito, existem alguns truques que funcionam e não são tão complicados de fazer. Mariana Pereira Alves, coordenadora do Centro de Excelência no Tratamento da Halitose (CETH), no Espírito Santo, listou alguns deles.
Masque chiclete ou balas de sabor forte de menta
O cheiro da menta é mais forte do que o do alho e da cebola, e por isso acaba mascarando o odor forte desses alimentos. 
Coma maçã, salsa e espinafre
Cientistas norte-americanos descobriram que alguns alimentos, como maçã, salsa e espinafre ajudam a eliminar o mau hálito. Para o estudo, publicado no Jornal Food Science, voluntários comeram alho cru e, em seguida, mediram o nível de mau cheiro da respiração. Logo após, comeram vários alimentos sugeridos para banir o mau hálito. De todos eles, maçã crua foi a mais eficaz e funcionou como desodorizante para as enzimas que causam o odor. Todos os alimentos que se mostraram eficazes são ricos em polifenóis, compostos que quebram o sabor forte do alho.
Beba líquidos como chá verde, suco de tomate e limonada
Bebidas como chá verde, limonada e suco de tomate ajudam a eliminar o mau hálito. O chá verde, por exemplo, tem função antibactericida, antioxidante e removedora de odor. Já o suco de limão é adstringente e bactericida. Ele tem o poder de eliminar as bactérias da boca e do sistema digestivo. O suco de tomate tem fibras, vitaminas, minerais e água que ajudam na hidratação, na produção de saliva e na limpeza da boca. 
Outra boa pedida é o suco de hortelã ou um suco que tenha esse ingrediente na composição. A hortelã estimula o funcionamento do sistema digestivo e ainda deixa um frescor na boca. Abacaxi com hortelã é uma boa combinação, pois o abacaxi, por ser uma fruta cítrica, também é adstringente e bactericida.  
Tenha sempre um kit dental na bolsa
Uma boa opção é logo depois de comer uma refeição rica em alho e cebola, pedir licença e ir ao banheiro escovar os dentes. A escovação vai eliminar os restos de comida entre os dentes que favorecem a proliferação das bactérias que causam o mau hálito, além de deixar um gosto e cheiro refrescante na boca. 
Intensifique a limpeza dos dentes com o fio dental e um limpador lingual
Depois de escovar os dentes, utilize o fio dental e o limpador de língua para remover com eficiência todos os restos de alimentos da boca. Quanto mais limpa estiver a boca, mais livre de bactérias causadoras de mau hálito ela estará.

fonte: Site Terra

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Fio dental na infância

O fio dental deve ser introduzido na rotina da criança assim que os dentes começarem a nascer. “Primeiramente a limpeza com o fio dental pode ser feita uma vez ao dia, obviamente realizada pelos pais. Isso fará com que a criança sempre o encare como algo natural, assim como tomar banho e pentear os cabelos”, afirma Renata Centenaro, cirurgiã-dentista idealizadora do projeto infantil Turminha do Sorriso que leva saúde bucal às escolas.  
Para a especialista, o interessante é deixar o interesse da criança vir com naturalidade. “Com o passar do tempo ela vai ter curiosidade e pedirá um pedaço do fio dental na mão”. O exemplo também é super importante. A criança acaba por ser motivada ao ver seus pais usando o fio dental. “É a mesma coisa que tentar forçar o filho a comer uma fruta, se a criança só vê os pais comendo doces. Exemplo e rotina farão o hábito se estabelecer naturalmente”, diz a especialista. 
Antes dos seis ou sete anos, porém, o uso do fio dentel e a escovação devem ser supervisionados por um adulto. É importante que o uso seja acompanhado do ensinamento , feito de maneira leve e prazerosa e numa linguagem adequada.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

DTM- Disfunção Temporomandibular

   ATM é a articulação temporomandibular, uma articulação que liga o maxilar ao crânio. Qualquer problema que                impeça a função ou o adequado funcionamento deste complexo sistema de músculos, de ligamentos, de discos e        de ossos é chamado de DTM.
Disfunções de ATM apresentam muitos sinais e sintomas. É difícil saber com certeza se você tem DTM, porque um destes sintomas ou todos eles podem também estar presentes em outros problemas. Seu dentista poderá ajudá-lo a fazer um diagnóstico preciso, através de uma história médica e dentária completa, um exame clínico e de de imagens adequados



Alguns dos sintomas mais comuns de D-ATM são:
  • Dores de cabeça (freqüentemente parecidas com enxaquecas), dores de ouvido, dor e pressão atrás dos olhos;
  • Um "clique" ou sensação de desencaixe ao abrir ou fechar a boca;
  • Dor ao bocejar, ao abrir muito a boca ou ao mastigar;
  • Mandíbulas que "ficam presas", travam ou saem do lugar;
  • Flacidez dos músculos da mandíbula;
  • Uma brusca mudança no modo em que os dentes superiores e inferiores se encaixam.
    Até as décadas de 70 e 80 acreditáva-se na relação de problemas oclusais ( de mordida) com a disfunção da                 articulação temporomandibular.

   Estudos mais modernos, porém, não apontam comprovada relação entre a maloclusão e a DTM. As causas da              disfunção, na maioria das vezes, e bastante complexa e, por isso, exige um tratamento delicado e minucioso.
   Como, normalmente, a disfunção tem um caráter multifatorial, esse tratamento deve ser realizado de maneira                  multidissiplinar: com um Dentista, um neurologista, um psicanalista, um ortopedista, um fisioterapeuta, um                      fonoaudiólogo...



segunda-feira, 5 de maio de 2014

Mitos do tratamento endodôntico ( canal ).

De tanto os meus pacientes me perguntarem sobre alguns temas recorrentes em relação ao tratamento de canal,  resolvi escrever esse post para tentar esclarecer algumas dessas dúvidas:

Tratamento de canal dói?
-Mito. Todo tratamento de canal, salvo raras exceções, deve ser precedido de uma boa e eficiente anestesia. Possibilitando uma intervenção sem dor.

O tratamento é feito em diversas sessões?
-Mito. Estudos têm indicado que quanto menos sessões, menor chance do dente ser contaminado entre elas.
Assim, na grande maioria dos casos, o tratamento é feito em uma única sessão. Em algumas exceções, pode ser necessária uma segunda consulta.

Dente com canal tratado escurece?
- Mito. O coroa do dente escurece, devido a alguma questão relacionada ao canal, por, basicamente, três fatores:
O canal necrosou ( morreu) , e gases e secreções formadas podem atingir a coroa, escurecendo-a.
Durante a abertura do dente, ocorre um sangramento excessivo na polpa inflamada, que fica muito tempo em contato com a coroa, escurecendo-a.
Após o tratamento endodôntico, o material obturador do canal, que deve ficar somente na parte radicular     ( da raiz ), fica em contato com a coroa do dente, escurecendo-a.

Dente com canal tratado quebra com mais facilidade?
-Depende. A polpa, que é a estrutura removida durante o tratamento de canal, serve para nutrir, defender e hidratar internamente o dente. Dente com canal tratado fica desidratado, e por isso, mais friável. Mas se esse dente for reabilitado de maneira eficiente , no tempo certo, e utilizado numa função mastigatória normal, ele não se quebra com mais facilidade.

Dente com canal tratado pode doer?
Verdade. A anatomia endodôntica é muito complexa. Essa dor pode advir de algum canal que não foi trabalhado durante o tratamento. Pode ainda haver uma recontaminação do canal, ou por um tratamento sem cuidados extremos com a biossegurança ou devido a alguma falha na reabilitação da coroa. Nesses casos, é necessária uma reintervenção, conhecida como retratamento de canal.

Dente com canal tratado pode cariar?
Verdade. O dente pode cariar e, como não existe mais a polpa, ele não vai doer. Por isso temos que ter muito cuidado com os dentes tratados endodonticamente, visitando regularmente o dentista.